A inveja
é
o
mais dissimulado
dos sentimentos humanos,
não só por ser o mais
desprezível
mas porque se compõe, em essência,
de um conflito insolúvel entre a aversão a si mesmo e o anseio de autovalorização,
de tal modo que
a alma,
dividida,
fala para fora com a voz do orgulho
e para dentro com a do
desprezo,
não logrando jamais
aquela unidade de intenção
e
de
tom que evidencia a
sinceridade.

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